ARCANO

Fillipo Visconti

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Sobre

“As cartas não mentem..."

Imagem meramente ilustrativa.

Resumo

  • Nome: Fillipo Visconti
  • Poderes e Habilidades: Conhecimentos e Manipulação das Artes Místicas. Visões precognitivas.
  • Personalidade: Focado/ Pragmático/ Observador
  • Filiação:

Histórico

Lembro-me bem de quando tudo começou a ruir. Era uma noite de sexta-feira 13, e eu estava em mais uma de minhas sessões de divinação ao vivo. Naquele tempo eu tinha fama, dinheiro e sucesso, eu era o grande Fillipo Visconti, o Arcano, como me chamavam. Eu tinha tudo o que mais queria, bancando ser alguém que eu não era, um jovem que gastava seus dons enganando as pessoas com previsões vazias e sem fundamento, dizendo apenas o que elas queriam ouvir.

Minha entrada naquele programa de auditório foi minutos após a reportagem sobre o desaparecimento de alguns super-heróis, supostamente sequestrados. Assim que entrei, avistei o adorado empresário e multi-bilionário Arthur Andrade com um riso de canto sinistro. Eu consegui enganar facilmente cada um dos convidados ali presentes, menos Andrade com seu sorriso. Parecia que ele havia percebido meu nervosismo diante de sua presença, e nesse dia em especial eu me desestabilizei.

A primeira carta que eu tirei do meu baralho de tarô foi o nono arcano maior. “O Eremita: tenha paciência para suas realizações, sr. Andrade, que elas irão se concretizar.” - Eu disse trêmulo. Dei continuidade às cartas. - “O Mundo: representa o fim de um ciclo e começo de algo novo, algo bom. A torre: o destino irá retirar aquilo que não se encaixa em sua vida, e você irá se erguer ainda mais forte. O Julgamento. O Sr. irá colher aquilo que plantou.”

Antes de revelar a próxima e última carta, eu paralisei. Senti uma energia que nunca havia sentido. - “O Diabo Invertido…” - Respirei fundo, aflito, enquanto assistia o mesmo sorriso no rosto de Arthur.

Essa foi a última coisa que eu me lembro antes de apagar, mas ao assistir as gravações, fiquei espantado: Após retirar a quinta carta, meus olhos começaram a brilhar e comecei a falar com uma estranha voz. “A semente do mal está cumprindo sua missão; Com mão forte, seu terror colherá a corrupção; Seu poder será o exército prostituído e a sua fortaleza a usurpação do caído.” - Em seguida apontei para Andrade. - “Ao centro de tudo sua persona vulgar, cujo único intento é o mundo subjugar.”

Aquilo mexeu tanto comigo que decidi investigar a fundo o que aquelas palavras queriam dizer. Foi a minha porta de entrada para o estudo das artes místicas, mas também foi o fim da minha fama e carreira. Entrei de cabeça nos estudos das artes ocultas, a ponto de me julgarem como louco ou paranóico. Enquanto eu enganava as pessoas com mentiras fáceis de digerir, eu era adorado, mas ao revelar uma verdade dura e sombria, as mesmas passaram a me odiar e me tratar como um lunático.

Ao passo que me dedicava a decifrar aquela revelação, fui percebendo que elas já estavam acontecendo, estava tudo conectado, mas ninguém mais acreditaria mais em mim.

Investiguei o desaparecimento e morte de alguns super-heróis até capturar sozinho as irmãs demoníacas Portal e Princesa, grã-mestres da seita conhecida como a Mão.

Antes que pudesse arrancar delas a verdade, fui atacado pelo pai das garotas, o demoníaco Algoz. Na minha realidade, ele estava influenciando o mal no mundo sob a alcunha do adorado Arthur Andrade, e com sua persuasão demoníaca, e grande rede de influência levava aos poucos o mundo a “dançar conforme sua música”.

Todos os heróis desaparecidos,líderes religiosos, artistas famosos, empresários e governantes se revelaram a mim, como peças do tabuleiro de Algoz. Todos eles eram apenas cascas sem alma, sob o domínio de Arthur Andrade, marionetes fundamentais para seu plano de dominação global.

Eu estava prestes a ser mais um corrompido pelo poder de Algoz, mas fui salvo por um homem de outro mundo, o Viajante. Ele me tirou daquela realidade condenada através de sua fenda dimensional.

Com dificuldade eu digeri a verdade que antes havia revelado, mas não havia conseguido impedir, meu mundo não tinha mais salvação. Eu havia falhado.

Por outro lado, aceitei o convite para me juntar ao herói multiversal e seus aliados, para impedir que outras realidades tenham o mesmo fim terrível que a minha.

Autor

Rodrigo Moreira

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